A moda que desmolda
Oprime e padroniza
Não fazem moda que meu corpo valoriza
E na produção a tantos escraviza
A moda que dita
A moda que mente
A moda dos rico
Não é a mesma da gente
Eles não acham que somos gente, pelo menos igual
A moda que exclui
A moda que polui
E o esquadrão da moda
Põe a pessoa na roda
E diz querida você se veste mal
Paredão de fuzilamento
Constrangimento
Você abre mão do seu eu
Que te dou um cartão
E te ensino a ser como eu
Ai , a moda racista
Classista
Sexista
Que faz da mulher objeto
Sem afeto
Sem controle
Sem reflexo
A moda que me veste
Sou eu que faço
Sou eu que mando
Eu escolho o que me cobre e desnuda
O resto é pano de bunda.
Bela crítica. Na real...somos muito vulneráveis a opiniões de mídias de massa.Criaram necessidades contrárias a nossa humanidade. Vc retratou este pedaço de mundo inventado pelo capitalismo . Parabéns , adorei seu poema crítico.
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